Maria Aparecida “Cida” Lima: A trajetória de luta e representação que marcou Ipatinga

Nascida no pequeno povoado de Bom Jesus do Rio Preto (Inhapim), Cida Lima carrega consigo as raízes da resistência e da luta coletiva. Desde a infância, acompanhava seu pai nas mobilizações sindicais pelos direitos dos trabalhadores rurais – experiência que plantou nela a semente do ativismo.

Aos 17 anos, em 1991, deixou sua família em busca de educação: migrou para Ipatinga, onde trabalhou e concluiu o ensino médio. Na cidade, sua militância floresceu:

Uma vida dedicada à transformação social

  • Pastorais e movimentos populares: Atuou na Pastoral da Juventude, Pastoral do Menor, CEBI e CEBs, além de integrar grupos de Defesa dos Direitos Humanos;

  • Conselhos municipais: Representou a sociedade civil no Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente e no Conselho da Comunidade da Comarca de Ipatinga;

  • Educação: Professora nas redes municipal e estadual, levando para as salas de aula seu compromisso com a justiça social.

Liderança sindical e política

  • Sind-UTE/MG: Iniciou sua militância na direção em 2006, tornando-se coordenadora geral (2013-2015);

  • CUT Vale do Aço: Atualmente presidente da Central Única dos Trabalhadores na região;

  • Vereança: Em 2020, foi a mulher mais votada de Ipatinga, eleita pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Família e legado

Casada com Pedrinho e mãe da Sara, Cida segue firme na defesa dos direitos da classe trabalhadora, da educação pública e das causas populares – sempre aliando sua atuação política ao engajamento nas pastorais sociais da Igreja Católica.


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